Bêbados e drogados. Aos jovens.





















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CONFIRA A LADO A 32 AQUI!

08/09
Feriado
Hoje é dia de Nossa Senhora da Luz, feriado municipal em Curitiba. Mesmo assim, colocamos no ar o preview das fotos da Festa Oficial da Parada da Diversidade de Florianópolis, na Concorde e as fotos da Parada.

Chupa essa, homofóbica
A nadadora australiana Stephanie Rice perdeu seu patrocínio da marca de carros Jaguar depois que escreveu em seu Twitter "Chupem essa, seus gays", após o time de rugby de seu país vencer a África do Sul. Machucada e fora do próximo mundial, a loira fica agora sem patrocínio e ainda vai ter que enfrentar as críticas por ter sido homofóbica.
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06/09
Floripa
Mais de 100 mil pessoas na V Parada da Diversidade de Floripa neste domingo. Oito trios lindos, muita gente bonita e uma organização impressionante. Tinha gente chegando de limousine, animação total e um lindo sol. A Parada foi maravilhosa, a melhor de todas! O trio da Concorde fechou com estilo o evento, já de noite. O agito continuou no palco. Nossas fotos entram no ar em breve.

Bafinho
E os seguranças do Shopping Beira Mar tiveram que tirar algumas meninas abusadas que queriam usar o banheiro masculino por não haver filas lá.

Concorde
A Concorde reinou absoluta, lotando desde sexta, com a festa das meninas, Pervertion. No sábado bateu recorde de público em seus quase 10 anos com o show da cantora Wanessa! Depois da parada, era o destino certo da maioria do pessoal. 
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03/09
Imperdíveis
Este fim de semana promete muito, confira a nossa agenda. Destaque para a apresentação da cantora Wanessa na Concorde, em florianópolis, neste sábado.

LGBTA?
E os assexuados, aqueles que não fazem sexo - não por escolha mas por falta de voltade mesmo - começam a se organizar. A Abglt recebeu um pedido informal de inclusão deles nas discussões da entidade.

Paradas Gays RS 
E neste sábado tem pela primeira vez a Parada da Diversidade de Cruz Alta - RS. No dia 12 é a vez da Parada Gay de São Leopoldo.

Candidata homofóbica
A candidata curitibana a deputada estadual Adriana Ferreira, pelo Partido Verde, postou em seu Twitter de campanha a seguinte frase: "O homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como normal..Antes q se torne obrigatório, vou embora". Ela podia ir embora mesmo. Se não acredita, veja aqui.
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02/09
Aniversários
Em outubro a UP, de Joinville, comemora seus 2 anos com grande festa. Em setembro, tem os 6 anos da Refugius, de Porto Alegre, e também os 6 anos do Side Caffe, de Curitiba!

Mister RS
E o concurso Mister Diversidade Brasil já tem um representante gaúcho. Conheça o gato Marcelo aqui. O concurso rola no próximo dia 6, em São Paulo.

Novo Hit
E a montagem "Eu sou Rica" das famigeradas Las Bibas From Viscaya está parando tudo. A música usa a frase da personagem Norma feita pela atriz Carolina Ferraz que ficou famosa na novela Beleza Pura e que virou jargão gay. Ouça aqui.

Indisponível
Indignado com o site de paquera que apagou o seu perfil por ter feito propaganda de seu aniversário, um curitibano quer processar a empresa.
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01/09
Reabertura
Nesta quinta reabre o UP Bar, em Joinville. O bar da UP tem acesso pela Rua do Príncipe e é uma ótima pedida para o início de noite com música ao vivo, nargile e muitos drinques. A abertura da casa é às 20h.

Balé Masculino
Para quem nunca viu o balé da Cia. Jair Moraes, de Curitiba, formada apenas por homens, tem um vídeo lindo que resume o trabalho do grupo de Curitiba, premiado com o Funarte 2009. Assista aqui.

História
O ditador Fidel Castro, de Cuba, admitiu que perseguiu injustamente homossexuais nas décadas de 60 e 70, quando implantou a sua "revolução" na ilha. Há 50 anos no poder, o ditador afirmou a um jornal mexicano esta semana que "Sim, fizemos isso. Aqueles foram anos de muita injustiça" ao ser questionado sobre a perseguição aos LGBT. Grupos gays agora querem que o ditador peça perdão por demitir, torturar, colocar em campos de concentração e assassinar os homossexuais cubanos.

Textos
Um dos destaques da edição 33 da lado A serão os textos dos nossos colunistas. O conto do Wander Mosco vem maravilhoso como sempre, abordando uma relação com um obreiro de uma igreja evangélica! Um texto de política do nosso pensador Arthur Virmond de Lacerda acerta em cheio sobre essas eleições, explandando os ideais da República. A Coluna aLÊatória vem com mais um texto bem humorado do nosso colunista Leandro Allegretti que propõe que as pessoas usem crachás para facilitar a paquera e quando esquecemos o nome de algum conhecido. A edição está imperdível.
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31/08
Sorvete Gay
E em Nova York, a moda é tomar os sorvetes exóticos do Big Gay Ice Cream Truck, que fica em Times Square, menos às sextas. O caminhão com as cores do arco-íris foi destaque em todas as revistas e guias da cidade e virou super cult. Veja mais aqui.

The L Word
Hoje, à meia-noite, o canal Warner Channel apresenta o último capítulo da sexta temporada da série The L Word, que mostra o dia a dia das lésbicas poderosas de Los Angeles. A série que fez história e criou polêmica chega ao fim com a revelação do assassino de Jenny Schecter.

Glee
Em breve o personagem gay Kurt ganhará um namorado na série Glee. Já se sabe que ele terá um rolo com o bad boy Puck e que ele namorará um dos jogadores gatos do time de futebol. A série sobre o clube do coral é destaque na Lado a 33.

Sinais de que o mundo está realmente prestes a acabar (48): E o cantor Freddie Mercury deve estar gemendo no túmulo. É que o candidato catarinense a deputado estadual Claudir Maciel transformou o hit "I want to break free" em "Eu vou votar no Claudir". Como desgraça pouca é bobagem, ele não é gay não. Para ouvir, clique aqui.

Lindinhos
O cantor britânico Robbie Williams reconciliou-se após 15 anos com seu companheiro na banda Take That, Gary Barlow. Para coroar a volta da amizade, os dois gravaram a música Shame (Vergonha) que teve seu clipe divulgado na semana passada e traz os dois em cenas muito parecidas como o filme Brokeback Mountain. O vídeo está sendo chamado do homoerótico e a esposa de Williams se refere a Barlow como namorado de seu marido. Assista o clipe aqui.
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30/08
Super Pop
A transexual curitibana Maite Schneider está no programa Super Pop para uma discussão do casamento gay. Há uma certa confusão da especialista chamada pelo programa que parece não entender bem o que é transexualidade. A apresentadora Luciana Gimenez também confunde, ao dizer homens e gays, em separado.

Enquete sobre cuecas
A enquete desta semana já está no ar. Queremos saber qual o tipo de cueca que você usa. Tem para todos os gosto. Colabore com mais esta pesquisa nossa, votando abaixo de Notícias.

Desavisados
E uma van vinda do interior teria chegado em Curitiba para a Parada da Diversidade neste domingo. Não informados da mudança de data, eles ligaram para a organização desesperados. A associação APPAD que promove o evento estuda processar o município, já que por uma confusão a data foi agendada para dois eventos, levando o Exército a preferência, uma vez que fez o pedido primeiro. Para quem ainda não anotou, a Parada de Curitiba será no dia 19 de setembro e a de Florianópolis será no próximo domingo, dia 5.

Serginho Bafão
Segundo a coluna Retratos da Vida, do jornal carioca Extra, o ex-BBB Serginho ficou indiganado ao ter que pagar a entrada na boate Le Boy, em Copacabana, que comemorou seus 18 anos. Ao ser cobrado da entrada, ele ficou indignado e teria perguntado porque teria que pagar lá se em nenhum lugar ele paga, e uma biu gritou da fila: "Porque aqui é vida real, não reality show".

Tiririca neles
O humorísta Tiririca lançou cartilha em São Paulo, onde concorre a uma vaga para deputado federal, com apoio aos gays. Dado como certa a sua entrada na Câmara Federal, alguns gays já estão comemorando o aliado de última hora. Veja a cartilha aqui.

Troca de promoter
A Twiga, de Curitiba, deve receber novo promoter ainda este mês. A saída do promoter Alekys será após este fim de semana, quando a casa comemora o aniversário da proprietária, Aninha Tancredo. Para a festa, a casa traz na sexta e no sábado o DJ Paulo Pacheco (TW SP) e promete um festão.
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19/10/2009 - Bêbados e drogados. Aos jovens.

Por Arthur Virmond de Lacerda Neto

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Entre a minha geração e a atual, vale dizer, de vinte anos a esta parte, noto duas diferenças, dentre outras: há etilismo e há vício.

Há séculos existem bebidas alcoólicas, que, como no caso do vinho na Europa, correspondem à bebida usual, e de que, como no caso do Brasil e de outros países (inclusivamente europeus), abusa-se. Vinte anos atrás, a minha geração (conto, hoje, quarenta e três de idade), tomava cerveja e outras bebidas espirituosas, nas baladas e nas festas, com uma contenção que geralmente se adotava. Embora os houvesse, eram relativamente incomuns os casos de excesso e os seus efeitos, desagradáveis, de vômitos e, extremos, de inanição por coma alcoólico.

Hoje, os jovens bebem mais cedo, mais e bebidas mais intensas na sua graduação alcoólica, fora das baladas e antes delas: vulgarizaram-se, até certo ponto, cenas de grupos em que a botelha circula entre os circunstantes, que bebem no gargalo, não somente cerveja, como, também, vodca, uísque, licores, vinho, com escasso comedimento. Importa-lhes beber, pelo gosto de fazê-lo, o que lhes origina, como efeitos (em graus diversos) a perda da consciência, os descontroles do dizer e do fazer, as atitudes inconvenientes, a prostração no caso do excesso, a amnésia do quanto se passou durante a etilização, a ressaca, os acidentes de viação.

Houve involução de costumes: de uma geração minimamente responsável no beber, passamos a outra, licenciosa e, para dizer o mínimo, imprudente, quanto não abertamente irresponsável.

Não posso compreender que atração exerce sobre alguém sadio (fora, portanto, dos casos de alcoolismo patológico, que a soltura de costumes favorece), perder o controle e a consciência de si próprio, vomitar, tornar-se incontinente e inconveniente em dizeres e atitudes, desfalecer, sofrer o desconforto da ressaca, exalar bafo etílico, tudo isso não por exceção, e sim quase como um modo de vida nos finais de semana.

A minha geração, em moça, era homofóbica, porém dotada de senso de limites e de responsabilidade, muito mais do que a atual, em matéria de bebidas.

Vinte anos atrás, havia drogas em circulação entre os jovens, em proporção, contudo, inferior à atual e que se usava discretamente, quase às ocultas. Hoje, os jovens fumam maconha às escâncaras, na rua e de dia, sob a observação de qualquer circunstante. Usam, também, com notória desinibição, as demais drogas, de efeitos mais graves, que se difundiram nas baladas e fora delas, e cujos danos físicos e psicológicos existem, dos quais é dramático o da dependência, escravidão destruidora e dispendiosa.

Não haveria o uso das drogas se ele não fosse agradável: a lógica dele consiste na fruição dos efeitos imediatos delas e na desconsideração dos danos que originam. Adota-se um prazer momentâneo, que custa malefícios ao corpo e que, semelhantemente à ingestão alcoólica, remove, em medidas variadas, o controle sobre si próprio, leva à imprudência de atitudes, para mais de outras conseqüências físicas, sabidamente deletérias. 

A minha geração, em moça, era homofóbica, porém dotada de senso de limites e de prudência, muito mais do que a atual, em matéria de drogas.

Em ambos os casos, das bebidas e das drogas, a curiosidade induz à experiência, a imprudência pessoal facilita o uso, as más companhias fortalecem a imitação dos vícios. Em ambos os casos, falta sentido de responsabilidade, firmeza de atitudes, consciência dos males por evitar e persistência no evitá-los.

A minha geração, em moça, era homofóbica, porém dotada de mais caráter do que a atual, em matéria de álcool e de drogas.

Há quem justifique o uso de um e das outras com o argumento de que, em face da liberdade individual, cada um é livre para atuar como entender, desde que não interfira com o seu semelhante.

De acordo: há liberdade individual e deve haver responsabilidade social, quero dizer, ninguém vive isoladamente, todos vivemos em meio aos outros, somos membros uns dos outros e as ações, reações e omissões de cada um interferem, em diferentes graus, nos demais. Daí que a liberdade, ao invés de puramente individual, apresenta um caráter social; daí a obrigação de cada um saber comportar-se perante os demais, saber evitar o que prejudica a si próprio e pode prejudicar a um terceiro qualquer. 

O senso da liberdade como valor individual leva a uma conseqüência: à de o indivíduo zelar pela sua sanidade ou dela descurar, em atenção exclusivamente aos desconfortos, físicos ou psíquicos,  que experimente,  sem nenhuma consideração pela sua inserção no meio social, quero dizer, pela forma como o seu vício afeta a outrem. Trata-se de uma liberdade egoísta, fundada no desprezo da existência do indivíduo como integrante da sociedade e que não atribui a cada qual responsabilidade alguma perante ninguém.

O senso da liberdade como valor social leva a uma conseqüência: à de o indivíduo zelar pela sua sanidade, no interesse da sua utilidade como integrante de uma coletividade, em que a sua capacidade de discernimento, de ação, de sentimento, de pensamento, podem contribuir utilmente para si próprio e para os demais. Trata-se de uma liberdade altruísta, fundada na realidade de que cada indivíduo existe como parte de uma sociedade, sensível à forma como o seu vício e a sua sanidade afetam a outrem e que atribui a cada qual uma responsabilidade perante a família que integra, a pátria em que vive e a Humanidade a que todos pertencemos. Eis a opinião do Positivismo, criado por Augusto Comte, cujo lema é Ordem e Progresso, e que adota o ponto de vista social.

Que pretende a geração atual, de quantos contam, hoje, cerca de vinte anos? Mais liberdade e com ela mais respeito pela diversidade e menos homofobia? Mais liberdade e com ela mais insensatez, mais imprudência, mais irresponsabilidade?

A temperança, a sobriedade, o senso de limites, a firmeza de caráter, a responsabilidade social, equivalem a virtudes. Equivalem a vícios a intemperança, o desregramento, o entregar-se aos apetites, a fraqueza de caráter, o individualismo: à geração atual falta engrandecer-se com os primeiros e abandonar os segundos. Quando o fizer, será uma geração melhor do que foi a minha.

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Arthur de Lacerda - 20/11/2009 12:18
arthurlacerda@onda.com.br
Por que é que tem uns carinhas que não tem coragem de dar a cara quando emitem opiniões? Como é fácil dizer qualquer asneira e ocultar-se sob o anonimato. Por que não fazem como eu, que assumo , com nome e endereço eletrônico, tudo o que digo?
23 ANOS - 17/11/2009 11:02
SÓ GENTE VELHA QUE NAO TEM O Q FAZER E FICA COMENTANDO AQUI. SEUS RIDICULOS.
João - 02/11/2009 22:15
joaorosak@hotmail.com
E não nos esqueçamos, meu caro Arthur, o alcool é mais um entre tantos troços cristãos, que nós, os fortes, temos de engolir. Beijos.
João - 02/11/2009 22:00
joaorosak@hotmail.com
Infelizmente, esta geração está mais bonita mas menos inteligente. É preciso mesmo fazer este tipo de comparação para que esta nova geração esteja mais bonita e mais inteligente que a nossa. Parece que só os nossos filhos (senão netos) terão o prazer de desfrutar corpos belos, que exalam hálitos interessantes e que pronunciem palavras boas em modos bons de ouvir. Um abraço do seu novo leitor.
MARCOS HENRIQUE - 20/10/2009 14:15
Parabéns, mt bem escrito...
Allan Johan - Editor - 20/10/2009 11:20
allanjohan@revistaladoa.com.br
SOBRE COMENTÁRIOS OFENSIVOS Todo e qualquer comentário ofensivo não será colocado no ar. DIREITO DE RESPOSTA Quem quiser enviar texto contraditório tem a Coluna do Leitor para isso. OPINIÃO DO EDITOR Acredito que haja jovens que não se comportam como no texto, mas o título já se restringe aos bêbados e drogados. Não vou julgar o comportamento mas o mérito do texto que é bacana para colocar a discussão geracional e de valores em alta. O final do texto é claro: se a geração atual acabar com os abusos, será uma geração melhor que a anterior, que teve tantos preconceitos. Por isso eu grifei as partes comparativas. Deveria ter grifado o final também.
Victor Peres - 20/10/2009 10:33
victor@gmail.com
Realmente na época antiga era diferente.
Ricardo - 20/10/2009 07:13
ricardo@fronczak.com.br
Concordo com o autor - também sou quarentão e aos 20 bebia pouco e prescindia de drogas para me divertir
A de arrasô meu amô! - 19/10/2009 23:38
eu acho que este autor está impondo sua opinião... realmente, alguém realmente tão antiquado que chega até ser cômico.... mesmo mais novo que minha mãe, mais velho na cabeça...
Dhu - 19/10/2009 23:03
Parabéns pelo Artigo. O abuso no uso de álcool e drogas de fato é um grande problema o qual muitas vezes achamos que temos controle porém quando nos deparamos já ultrapassamos todos os limites possíveis. E quando o assunto é limite se torna algo ainda mais complexo pois se tratando de bebida e drogas como dosar o limite? O limite está em evitar qualquer tipo de bebida alcoólica e drogas a partir do momento que você faz o uso das mesmas já ultrapassou o limite.
Arthur de Lacerda - 19/10/2009 17:00
arthurlacerda@onda.com.br
A carapuça já começou a servir...A propósito: sou quarentão e estou muito bem nesta idade. Aos meus vinte, não bebia e não me drogava.
andré - 19/10/2009 16:11
Generalizar comportamentos como estes (uso de álcool e drogas) tentando definir padrões para toda uma geração como o autor fez, acaba por descredibilizar todo o argumento, que colocado de outra forma poderia até ser interessante para reflexão. E usar palavras rebuscadas não disfarçou o erro. Soou como um quarentão ressentido por nao ter mais seus 20 anos.
Rodrigo - 19/10/2009 14:34
Nada a ver... vamos beber!
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